Saiu na Mídia
Sala de Imprensa Acompanhe nossas novidades no Twitter Acompanhe as novidades pelo Facebook Veja nosso Canal no YouTube
Preencha os campos abaixo e receba nossa newsletter.
Nome

E-mail *
< Voltar | Home
Biblioteca René Girard

Quando Começarem a
Acontecer essas Coisas

Autor: René Girard
Tradução: Lília Ledon da Silva

Coleção: Biblioteca René Girard
Edição 01
Formato: 14 X 21,5 cm
Número de Páginas: 240
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-8033-033-5
Lançamento: 2011

 

Este livro, reformulado por Michel Treguer e revisto por René Girard, decorre fundamentalmente de duas entrevistas gravadas – sem a presença de terceiros – pelos autores.

O entrelaçamento dos temas é, ao mesmo tempo, inevitável e proposital: muito além da expressão verbal que originou esse texto, o conjunto do fenômeno humano que está nele discutido dificilmente poderia ficar limitado a uma exposição linear. Podemos até apostar que certas repetições serão muito bem-vindas para esclarecer alguns dos mal-entendidos que ainda cercam a obra de René Girard.

René Girard é seguramente uma figura impressionante: francês nascido em Avignon, em 1923, vive desde 1947 nos Estados Unidos, onde se casou e leciona na Universidade Stanford, Califórnia. O título de seu primeiro livro – Mentira Romântica e Verdade Romanesca (1961) – exigia um tempo extra para reflexão até que se percebesse a natureza escandalosa de sua tese; a obra podia levar ao engano de fazer parte de coleções especializadas, sem se fazer notar como uma aberração. Mas eis que o véu se rasga bem depressa e trombetas nunca soadas ecoam em nossos congressos universitários.

Muito embora nossos intelectuais estivessem propensos a se vincular à linha de pensamento de Lênin, Trótski, Mao Tsé-Tung, ou então de Freud e de Saussure, quando os mestres ainda se chamavam Sartre, ou então Lacan, Lévi-Strauss, Althusser, Foucault, Barthes, um pensador original, que decerto vive no deserto em meio a cascavéis, ou no topo de um pedestal, põe-se a despejar nas prateleiras de nossas livrarias livros insólitos com títulos que são um despropósito: A Violência e o Sagrado (1972), Coisas Ocultas desde a Fundação do Mundo (1978) – livros que propõem uma explicação religiosa generalista para nosso comportamento individual e social; que têm Cervantes, Shakespeare, Marivaux ou Proust como mais realistas que Marx; sobretudo livros que, em plena penúria estruturalista, às margens do Bulevar Saint-Michel, afirmam que a chave do Paraíso, há 2 mil anos, está bem diante de nossos olhos, nos Evangelhos.

Rua França Pinto, 498 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP 04016-002  |   (11) 5572-5363
Estúdio É @2011