Fechar

Mapas do Significado - A arquitetura da crença

AUTOR:
Peterson, Jordan B.

TRADUÇÃO:
Cesar, Augusto

Editora:
É Realizações

Gênero:
Psicologia e Psicanálise

Subgênero:
Psicologia e Psicanálise

Formato:
18 x 25 cm

Número de Páginas:
664

Acabamento:
Brochura

ISBN:
978-85-8033-353-4

Ano:
2018
Pertence à coleção:
Coleção Abertura Cultural

Tags:
Jung, religiões comparadas, psicologia da religião, psicobiologia, sociologia do conhecimento, arquétipos, ideologias políticas e responsabilidade individual

Data prevista de lançamento:
10/12/2018

R$149,90 R$119,90 Pré-venda

Adicionar à lista de desejos

Sinopse

Os milhões de espectadores das entrevistas de Jordan Peterson no YouTube são unânimes em reconhecer a sua serenidade e a sua perspicácia. A pergunta que, diante disso, os mais inteligentes dos seus admiradores se fazem é qual visão de mundo, quais posições teóricas, quais influências intelectuais proveem suporte a tal postura e a tais opiniões. E a resposta está em uma teoria original sobre as próprias visões de mundo: Mapas do Significado, a obra-prima do psicólogo canadense, é um tratado multidisciplinar sobre como surgem as crenças humanas e sobre como elas influenciam nosso comportamento diário.

Valendo-se da psicanálise, da neurociência e das religiões comparadas, Peterson defende que ao mundo como um lugar de coisas coexiste o mundo como um fórum de ação, e que este último é tão verdadeiro e importante que a ele fomos fisiológica e cognitivamente adaptados. Contamos com uma estrutura biopsíquica que nos impele ao conhecimento e à ordem e que nos protege do estado latente de caos. Articulando com habilidade a psicologia junguiana, a filosofia de Nietzsche e as criações literárias de Orwell, Dostoiévski e Soljenítsin, o autor demonstra a inevitabilidade do sentimento religioso e expõe as raízes obscuras da perversão totalitária. Suas descobertas chocantes têm relevância tanto para a condução da vida cotidiana como para a análise das disputas político-ideológicas. Ao ler este livro, você entenderá como se estruturam as suas próprias crenças, além de descobrir as ideias que movem a mente de um dos mais aclamados intelectuais da atualidade.

Leia mais informações sobre o livro logo abaixo da seção "OBRAS RELACIONADAS"!

Saiba mais em nosso blog

Obras relacionadas

 

SOBRE O LIVRO

Jordan Peterson é o intelectual do momento, e as razões desse sucesso são, por si, altamente instigantes. O canadense tornou-se famoso por intervenções públicas nas quais se opôs com firmeza mas tranquilidade a consensos estabelecidos como o da linguagem politicamente correta e o da desconstrução feminista do patriarcado. Seus vídeos no YouTube são vistos por milhões de pessoas e suas palestras têm lotado auditórios em diversos países do mundo. Quais ideias o movem e o que há nelas de tão poderoso? A resposta é que Jordan Peterson é precisamente um especialista em ideias: ele desenvolveu uma teoria original a respeito da natureza e do funcionamento das crenças e de como estas exercem influência tanto sobre indivíduos como sobre grupos. Daí vem a sua capacidade de identificar os pontos fracos das ideologias, de expor a própria argumentação com segurança e de não se abalar com a histeria dos oponentes. Também são resultados dessa hipótese o respeito às tradições que dão sustento à civilização, a defesa intransigente da liberdade de expressão e a consciência do valor da responsabilidade individual. A teoria brilhante que conduz a todos esses efeitos está apresentada com detalhes em Mapas do Significado.

Esta é uma obra acadêmica refinada e ambiciosa, que, anos antes de Jordan Peterson se tornar uma celebridade, já havia conquistado o posto de clássico nos campos de estudo que aborda. Mapas do Significado reúne psicanálise junguiana, psicobiologia evolutiva e religiões comparadas, trazendo ainda aportes da literatura contemporânea e da filosofia de Friedrich Nietzsche. Fruto de mais de dez anos de pesquisa e ensino na Universidade de Harvard, o livro repercutiu entre eruditos como uma leitura obrigatória em psicologia da religião e agora repercute ao redor do mundo como a base das ideias e da postura de Jordan Peterson. Sua hipótese é que o âmbito da imaginação simbólica não é menos real que o dos objetos empíricos, mas é tão decisivo que a nossa estrutura biopsíquica adaptou-se aos seus padrões. Especificamente: o que conhecemos do mundo serve como fonte de informações sobre o que podemos desejar, enquanto o universo das coisas que ignoramos permanece como potencial ameaça aos nossos projetos. Quando encaramos o desconhecido, experimentamos ansiedade, que pode se transformar em interesse ou em exasperação. Este processo é tanto hormonal como cognitivo, e se estrutura de maneira instigante, pois corresponde com exatidão notável à dinâmica de nosso imaginário.

Os mitos se impõem para proteger-nos do desconhecido e continuarmos a lidar com o mundo apesar do caos ameaçador. Mais do que refletir circunstâncias históricas, as ideias constroem a sociedade – e, devido a esse mesmo poder, elas são capazes de destruí-la. As ideologias políticas tendem ao autoritarismo porque quem nelas deposita sua crença torna delas dependente a sua própria sobrevivência. É claro que é possível e necessário julgá-las: há leis éticas universais, que afastam as comunidades precisamente da dissolução. A grande conquista, ao se notarem tais regras, não são organizações políticas supostamente perfeitas (e instauradas à força), mas o desenvolvimento de indivíduos moralmente responsáveis e leais. Bem ao contrário de repudiarmos o compromisso ético, precisamos reconhecer que, mesmo em um mundo dia a dia menos religioso, as intuições morais são cada vez mais inescapáveis. A explicação de Mapas do Significadoé que, não importa quanto alteremos o mundo como um lugar para perceber, continuaremos a habitar o mundo como um lugar para agir – e continuaremos a estar sujeitos às regras absolutas válidas neste universo. Enquanto desbravamos “a arquitetura da crença”, temos a sensação de encontrar uma síntese da crítica cultural de Theodore Dalrymple, da psicoterapia existencial de Viktor Frankl e da análise dos mitos feita por Northrop Frye. O livro tem de fato tudo isso e ainda mais: afinal, é conduzido com a verve encantadora e inconfundível de Jordan Peterson.

 

Endossos

“O livro de Jordan Peterson é uma brilhante amplificação do nosso entendimento sobre a motivação humana. Jordan segue um caminho que foi recomendado por muitos cientistas-estudiosos no passado – mas que, na prática, é tão desafiador que raramente é trilhado de maneira habilidosa. Jordan sintetiza a pesquisa e as literaturas acadêmicas desde a neurociência até a arqueologia. Ele alinha as descobertas destas literaturas com os escritos de autores como Jung, Nietzsche, Dostoiévski e Soljenítsin. Há um detalhe carinhoso neste livro – reflexão, atenção, estudo cuidadoso, um desejo apaixonado de entender. É uma linda obra.” – Sheldon H. White (presidente do Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard)

“Fazendo uso de estudos sobre mito, literatura e neurociência moderna, Jordan Peterson descreve como as pessoas aprenderam a viver com o inexplorado perigoso – até mesmo transformando sua ameaça em oportunidade. Ele esculpe cada frase cuidadosamente e constrói um argumento persuasivo e bastante coerente.” – Philip James Stone (professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard)

“O livro de Jordan Peterson é único... uma nova e brilhante síntese do significado das mitologias e da necessidade humana de contar histórias, algo que forma a estrutura profunda das tentativas de cruzar as fronteiras entre o conhecido e o desconhecido... emocionante não apenas para o leitor geral, mas também para qualquer psicólogo que tenha se perguntado como os diversos aspectos do que sabemos sobre a mente podem se entrelaçar.” – Keith Oatley (professor de Psicologia Cognitiva Aplicada na Universidade de Toronto)



Curiosidades

• Jordan Peterson é um fenômeno intelectual, provavelmente o erudito mais popular da atualidade: estando no auge da carreira, seus vídeos no YouTube contam com dezenas de milhões de espectadores. 

• Mapas do Significado é a obra mais importante do autor, resultado de mais de uma década de ensino e pesquisa em Harvard e tornada um clássico acadêmico antes de Peterson despontar como um astro cult. 

• O livro evoca como referenciais teóricos outros dois pensadores grandemente apreciados pelo público da É Realizações: Viktor Frankl e Northrop Frye. 

• As conclusões do escrito ecoam as teses de outro destacado autor da Editora – por quem, aliás, Jordan Peterson expressa enorme respeito: Theodore Dalrymple. 

• Ler este volume é como mergulhar na mente de Peterson, pois aqui se encontram tanto os fundamentos de sua crítica cultural como a compreensão do comportamento humano que orienta a sua atitude, sempre polida e segura. 

• A importância do livro é tão grande que ele já foi transformado em série de TV no Canadá. 

• Este ensaio contempla um vasto espectro de disciplinas, que inclui psicanálise, psicobiologia, religiões comparadas e comparatismo literário. 

• No prefácio, Peterson oferece um depoimento pessoal sobre ilusões e redescobertas religiosas, políticas e existenciais.



SUA LEITURA SERÁ ESPECIALMENTE PROVEITOSA PARA:

• Admiradores de Jordan Peterson. 

• Leitores de Theodore Dalrymple, Viktor Frankl e/ou Northrop Frye. 

• Professores de psicanálise junguiana, biopsicologia evolutiva, religiões comparadas, psicologia da religião, sociologia do conhecimento, behaviorismo, epistemologia, filosofia da religião ou literatura comparada. 

• Pesquisadores de epistemologia da crença, logoterapia, críticas ao pós-modernismo, críticas às ideologias políticas, liberalismo político contemporâneo, pensamento conservador, literatura e sagrado. 

• Estudantes de psicologia, ciências da religião, teologia, letras, filosofia ou sociologia.