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Matéi Visniec

Romeno naturalizado francês, o dramaturgo vive e trabalha na França há cerca de 30 anos, desde que ali se refugiou em fuga da ditadura de Ceausescu. Considerado por muitos “o novo Ionesco”, por dar continuidade ao gênero do teatro do absurdo, suas peças têm sido traduzidas e montadas em mais de vinte países. No Brasil, já estiveram em cartaz: A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais (por Antônio Abujamra); “A Volta para Casa” (por Regina Duarte), extraída do livro Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias; O Último Godot (por Márcio Meirelles), entre outras. A grande repercussão já lhe rendeu, na imprensa, os epítetos de "mania nacional" e "o mais sutil dos dramaturgos contemporâneos". Recebeu, em 2016, o Prêmio Jean Monnet de Literatura Europeia pelo livro O Negociante de Inícios de Romance.