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Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas - Romance em versos

AUTOR:
Neves, Cláudio

Editora:
Filocalia

Gênero:
Literatura

Subgênero:
Poesia Brasileira

Formato:
14 x 21 cm

Número de Páginas:
86

Acabamento:
Brochura

ISBN:
978-85-69677-33-8

Ano:
2020
Tags:
poesia, poema narrativo e literatura contemporânea

Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas - Romance em versos

R$39,90

Sinopse

Neste livro, Cláudio Neves segue a tradição romântica da poesia narrativa para compor um romance em versos. O enredo de Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas é construído a partir de três núcleos dramáticos: o narrador anônimo, que vive sozinho num pequeno apartamento, suas lembranças da ex-esposa Silvia e de seu primo Artur –figura central de sua infância. Assim, passado e presente se entrecortam numa atmosfera por vezes onírica. As memórias, repetidas e superpostas, formam a trama do romance, entrelaçam-se e adensam-se na direção das revelações do desfecho. O poema, então, vai ganhando aspectos dramáticos através da evocação lírica de recordações das personagens, e os aspectos narrativos vão se revelando nas ações surpreendentes das personagens.

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SOBRE O LIVRO

Em Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas, Cláudio Neves avança na experimentação poética e compõe um “romance em versos” – brasileiro, urbano, contemporâneo e intimista. Insere-se na tradição romântica da poesia narrativa de João Cabral de Melo Neto, Cecília Meireles e Bruno Tolentino, numa composição poética que ganha um efeito dramático, principalmente pelos acontecimentos finais da trama.

Trata-se de uma peça que, para que seu efeito lírico-narrativo se mantenha, deve ser lida de uma só vez, sem interrupção, como se fosse uma composição musical. A poesia de Cláudio Nevez em Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas desenvolve-se a partir de um lirismo de imagens, criando uma sequência de fatos e informações da trama. Assim, o poema vai ganhando contornos dramáticos e revelando detalhes do relacionamento entre o narrador e as personagens.

Como em uma peça musical, a composição poética de Hibiscos Vermelhos e Tilápias Vivas deve ser lida e fruída em 30 minutos. Segundo o próprio autor, lido dessa forma, o poema ganha em efeito dramático. Formalmente, a divisão em duas partes funciona como o motivo de revelação: aos poucos, o leitor vai enxergando e compreendendo tudo. Além disso, embora os poemas carreguem a carga lírica das imagens recordadas, a sequência e a reiteração de passagens, quando as personagens e ações adquirem novas camadas de informação, garantem ao poema seu aspecto narrativo. Por conta disso, o efeito na última parte é preciso e surpreendente. O enredo está centrado no relacionamento entre o narrador e as personagens, Artur, Lia e Sílvia, a ex-esposa do narrador.



Endossos

“Sua poesia é uma permanente surpresa (...) um harmonioso casamento entre a emoção que pensa e o pensamento que se emociona”.
– IVAN JUNQUEIRA, poeta, ensaísta e tradutor, membro da Academia Brasileira de Letras

“Com este poema lírico-romanesco, Cláudio Neves, se revela como um poeta dos mais representativos de sua geração”.
– WAGNER SCHADECK, tradutor, ensaísta, editor e poeta.


Curiosidades

• Trata-se de um romance escrito em versos que pode ser lido do começo ao fim, sem interrupção;

• A obra se insere na tradição romântica da de poesia narrativa de João Cabral de Melo Neto, Cecília Meireles e Bruno Tolentino;

• Claudio Neves é um autor saudado por Ivan Junqueira e Wagner Schadeck.

 

SUA LEITURA SERÁ ESPECIALMENTE PROVEITOSA PARA:

• Interessados em poesia em geral;

• Admiradores de poesia narrativa;

• Interessados em apropriações contemporâneas dos gêneros e estilos da literatura;

• Apreciadores da nova literatura brasileira;

• Professores de literatura brasileira contemporânea.