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Os Deuses da Revolução

AUTOR:
Dawson, Christopher

TRADUÇÃO:
Leones, André de

Editora:
É Realizações

Gênero:
Ciências Humanas e Sociais

Subgênero:
História

Formato:
16 x 23 cm

Número de Páginas:
224

Acabamento:
Brochura

ISBN:
978-85-8033-354-1

Ano:
2018
Pertence à coleção:
Coleção Abertura Cultural

Tags:
Revolução Francesa, história das ideias, história moderna, modernidade, sociologia da religião, progresso, meta-história e teologia da cultura

Data prevista de lançamento:
21/12/2018

R$54,90 R$43,92 Pré-venda

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Sinopse

Habitualmente imaginamos a Revolução Francesa como uma revolta contra as velhas estruturas tanto da política como da religião. Supostamente, aquele foi um ato inconformista que se opôs não só à pompa do regime monárquico, mas também à aura sacra que a ele se vinculava. Será mesmo esse espírito emancipatório absolutamente desprovido de fé? Christopher Dawson – historiador tornado célebre pela tese de que a religiosidade é a força-motriz das culturas – demonstra que por trás do movimento havido no fim do século XVIII subsistia um verdadeiro panteão. O progresso, a democracia e a própria humanidade encontravam-se alçados à posição de deuses, que exigiam seus cultos, que impunham suas regras e que houveram sido anunciados por profetas.

Dividido em três partes, Os Deuses da Revolução investiga os antecedentes, o desenvolvimento e as reverberações daquele estado de espírito. Primeiro um apanhado das ideias políticas influentes desde a Reforma até os primórdios do Iluminismo, com destaque para as figuras de Rousseau e Thomas Paine. Em seguida, uma narrativa minuciosa das décadas de 1780 e 1790, em que se veem os traços de brutalidade da Revolução em curso. Por fim, notas mais interrogativas que conclusivas sobre as consequências daquele movimento: será reversível a tendência à adoração ao poder que o cristianismo silenciara mas a que os últimos séculos concederam novamente espaço? Os famosos livros de Christopher Dawson sobre história antiga e medieval comprovam que poucos eruditos estariam tão capacitados quanto ele a encarar esse problema que é crucial para a política e a cultura modernas.

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